20 de fev. de 2016

Modelo de campanha de oração



CAMPANHA DE ELISEU
(ORAÇÃO E JEJUM)

03 a 09 de setembro de 2007
Cultos todas as noites às 19.30h (Domingo às 18.30h)


“PEDE-ME O QUERES QUE EU TE FAÇA...” 2 Reis 2.9

“Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas.” Lc.1.37

Motivos para oração e leitura bíblica no lar:

Segunda-feira: II Reis 2. Orando e jejuando pelos casais
Terça-feira: II Reis 4. Orando e jejuando pelo poder de Deus
Quarta-feira: II Reis 5. Orando e jejuando pelos filhos
Quinta-feira: II Reis 6. Orando e jejuando pela salvação de vidas
Sexta-feira: II Reis 7. Orando e jejuando pelas finanças
 Sábado: II Reis 13.14-25. Orando e jejuando pela cura de enfermidades


Obs. Culto todas as noites com pregação sobre os milagres de Eliseu.

     

Plantação da Igreja no Residencial Center Ville / Santa Fé



PLANTAÇÃO DA IGREJA CONGREGACIONAL
NO RESIDENCIAL CENTER VILLE.

Primeiro culto – Dia 23.08.2009, às 19h

Local: Residência de José e Cristiana


Pessoas presentes: Pr. Washington, Miss. Dayse, Miss Luci Vasquez Vidal, Ellen Candace, Marcos Fernandes, sr. José, ( sras. Maria e Raimunda (da Ass. de Deus) e novos decididos: Cristiana, Beatriz, Marlisa e Adonis. Duas crianças – Biança, filha de José e Cristiana e Murilo (recém-nascido).

Sob a liderança do Pr. Washington Machado Barbosa, tem início a reunião com breve exposição sobre o Congregacionalismo Brasileiro. Em seguida o pastor solicita à missionária Luci que ore pelo início do culto. Segue-se o louvor com hinos do hinário Salmos e Hinos: 65, 408, 409, 358 e 344. No final do período de louvor o irmão Marcos Fernandes ora apresentando os cânticos ao Senhor.

O Pr. Washington convida os presentes à leitura bíblica em Lucas 19.1-10. A leitura é feita por Beatriz e o Pr. Washington ora e, em seguida, faz a exposição do texto lido.

No final da mensagem canta-se o hino 112. Após o cântico do hino o Pr. Washington conta um breve testemunho de um milagre operado pelo Senhor  e convida os irmãos a fazerem seus pedidos de oração, crendo que Deus pode fazer milagres em suas vidas.

Obs. Havia muita alegria e comunicação entre os presentes. Após o culto a irmã Cristiana serviu um lanche aos presentes.


Nota: Em Janeiro de 2011 transferimos a congregação para o Residencial Santa Fé, onde funcionou durante 10 meses na residência do sr. Severino. Dia 03 de novembro de 2011, alugamos uma sala à Rua da Paz, tendo permanecido neste local até 03 de novembro de 2015.
A congregação chegou ao número de 20 pessoas. Nos anos de 2014 e 2015, vários irmãos mudaram-se para outros Estados e alguns foram residir em bairros distantes da igreja. Então, devido ao pequeno número de crentes restantes, chegamos à conclusão que era melhor entregar a sala e passar a realizar os cultos nos lares. Iniciamos esta nova etapa a partir do 2º domingo de novembro de 2015.


Pr. Washington e Miss. Dayse Barbosa

SER MISSIONÁRIO


SER MISSIONÁRIO

           Após conseguir vaga para um jovem numa casa de recuperação de alcoólatras, sua mãe insiste que ele se submeta ao tratamento, e, valorizando o trabalho pastoral, ela disse: - “Você está vendo, o pastor é como um pai para nós!”.
             Esse reconhecimento da ação pastoral foi um lenitivo após uma tarde de atividades quando preguei num culto de gratidão, saí com minha esposa para visitas, varri o piso, limpamos os bancos e outros móveis muito empoeirados do templo porque estamos numa rua sem asfalto.
              Enquanto trabalhava, pensava no que é ser missionário. Veio à mente a letra de um hino que gostamos de cantar:

“Missionário é profeta, pedreiro e pastor, 
Missionário é amigo, enfermeiro e cantor, 
Tira oferta, aconselha, é doutor, pregador, 
Noite e dia trabalha fazendo o bem, 
Dividindo com os outros o pouco que tem”. 

        No desenrolar dos pensamentos, enquanto lavava o pano sujo da poeira dos bancos, preparando-os para a chegada dos irmãos, olhei para o meu trabalho e pude entender que ser missionário é evangelizar, discipular, pregar, dirigir o louvor, varrer o chão, limpar os bancos, saber que a mensagem que foi preparada para muitos será ouvida por meia dúzia de pessoas no culto de domingo à noite.
           Durante esses anos no campo, aprendi que ser missionário é abrir e fechar o templo, ser simpático, cumprimentar, sorrir, valorizar a quem para muitos não tem valor: o alcoolista, a prostituta, os pobres. Ser missionário é contar a oferta e ver que tem apenas algumas moedas no gazofilácio e desejar ter a “mala” cheia de dinheiro para sustentar outros. É almejar sempre ir avante, pois “os campos estão brancos para a ceifa”.
            Ser missionário é não ter muitos membros, apenas um punhado de pessoas que ainda não compreenderam o que é ser igreja. Ser missionário é visitar para consolar o aflito e fortalecer o desanimado.
             O missionário acostumou-se a não ter quem o console e o reanime. Ele enfrenta a solidão com oração e lágrimas. Ser missionário é não ter explicação que satisfaça aos inquiridores quando lhe perguntam a razão da sua escolha ministerial, a não ser que é a vontade de Deus.
              Ser missionário é planejar grandes estratégias mesmo sem possibilidade de realizá-las. Ser missionário é administrar construções e, quando faltar um ajudante de pedreiro, tomar o lugar dele e por a mão na massa. É usar seu parco sustento nas despesas da igreja, estender a mão ao faminto, gastar horas em oração pela conversão e edificação de vidas e não desanimar diante da falta de resultados.
              Ser missionário é olhar sempre para a frente, segurar no “arado” com fé, amar e ser como pai para o povo que nem sempre tem o reconhecimento da mãe aflita, quando disse ao filho alcoolista: - “O pastor é como um pai para nós!”.
          Ah! O missionário, mesmo sendo humano ou mesmo sobre-humano, não pode desejar reconhecimento terreno, basta-lhe a Palavra do Senhor: - “Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor”;  e a conclusão da letra do hino que gostamos de cantar - “pra quem é missionário eu tiro o chapéu”.
                
                                                                                 Pr. Washington Machado Barbosa
                                                                                      Plantando igrejas em Goiás.
A SUBLIMIDADE DE CRISTO NO TRABALHO DIÁRIO
Cl 3.22; 4.1

Centenas de pessoas compareceram ao seu funeral dia 08 de abril de 2010 na Primeira Igreja Batista em Washington. Funcionários do Serviço Secreto disseram que não o conheceram, pois já estava aposentado há algum tempo, mas que estavam ali por respeito à sua história de 34 anos como empregado de confiança do governo americano.
            Todos os americanos, durante muitos anos, hão de se lembrar de Eugene Allen, o mordomo da Casa Branca, personagem da nota de falecimento supra, cuja eficiência no servir a oito presidentes, ocorreu até mesmo na época em que os negros eram considerados cidadãos de 2ª classe em seu país. O preconceito que o estigmatizava fora do palácio, não restringiu sua capacidade de servir bem àqueles que pagavam seu salário. Ele, por certo, seguiu a proposta do Apóstolo Paulo: “[...] não servindo apenas sob vigilância, visando tão só agradar a homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor”. Um bom exemplo para servos cristãos que desejam exaltar a Cristo em seu ambiente profissional.
Servir bem, além de fazer jus ao prêmio de consciência, - a paz -, constrói uma biografia que dignifica e pode até virar livro e filme.
Quanto aos senhores cristãos, a justiça e a equidade recomendadas pelo Apóstolo Paulo, devem acompanhar seus atos na relação com aqueles que os servem, em antídoto à pressão do capitalismo pelo aumento da produtividade, seja através do estabelecimento de metas ou de qualquer sistema de operosidade que escravize e deprima seus empregados.
O temor a Deus será considerado de mais valia nas atitudes altruístas recíprocas, entre senhores e servos cristãos.

Pr. Washington Machado Barbosa