A SUBLIMIDADE DE CRISTO NO TRABALHO
DIÁRIO
Cl 3.22; 4.1
Centenas de pessoas compareceram ao seu
funeral dia 08 de abril de 2010 na Primeira Igreja Batista em Washington.
Funcionários do Serviço Secreto disseram que não o conheceram, pois já estava
aposentado há algum tempo, mas que estavam ali por respeito à sua história de 34
anos como empregado de confiança do governo americano.
Todos
os americanos, durante muitos anos, hão de se lembrar de Eugene Allen, o mordomo
da Casa Branca, personagem da nota de falecimento supra, cuja eficiência no
servir a oito presidentes, ocorreu até mesmo na época em que os negros eram
considerados cidadãos de 2ª classe em seu país. O preconceito que o estigmatizava
fora do palácio, não restringiu sua capacidade de servir bem àqueles que
pagavam seu salário. Ele, por certo, seguiu a proposta do Apóstolo Paulo:
“[...] não servindo apenas sob
vigilância, visando tão só agradar a homens, mas em singeleza de coração,
temendo ao Senhor”. Um bom exemplo para servos cristãos que desejam exaltar
a Cristo em seu ambiente profissional.
Servir bem, além de fazer
jus ao prêmio de consciência, - a paz -, constrói uma biografia que dignifica e
pode até virar livro e filme.
Quanto aos senhores cristãos,
a justiça e a equidade recomendadas
pelo Apóstolo Paulo, devem acompanhar seus atos na relação com aqueles que os servem,
em antídoto à pressão do capitalismo pelo aumento da produtividade, seja através
do estabelecimento de metas ou de qualquer sistema de operosidade que escravize
e deprima seus empregados.
O temor a Deus será
considerado de mais valia nas atitudes altruístas recíprocas, entre senhores e
servos cristãos.
Pr. Washington Machado Barbosa
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