20 de fev. de 2016

A SUBLIMIDADE DE CRISTO NO TRABALHO DIÁRIO
Cl 3.22; 4.1

Centenas de pessoas compareceram ao seu funeral dia 08 de abril de 2010 na Primeira Igreja Batista em Washington. Funcionários do Serviço Secreto disseram que não o conheceram, pois já estava aposentado há algum tempo, mas que estavam ali por respeito à sua história de 34 anos como empregado de confiança do governo americano.
            Todos os americanos, durante muitos anos, hão de se lembrar de Eugene Allen, o mordomo da Casa Branca, personagem da nota de falecimento supra, cuja eficiência no servir a oito presidentes, ocorreu até mesmo na época em que os negros eram considerados cidadãos de 2ª classe em seu país. O preconceito que o estigmatizava fora do palácio, não restringiu sua capacidade de servir bem àqueles que pagavam seu salário. Ele, por certo, seguiu a proposta do Apóstolo Paulo: “[...] não servindo apenas sob vigilância, visando tão só agradar a homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor”. Um bom exemplo para servos cristãos que desejam exaltar a Cristo em seu ambiente profissional.
Servir bem, além de fazer jus ao prêmio de consciência, - a paz -, constrói uma biografia que dignifica e pode até virar livro e filme.
Quanto aos senhores cristãos, a justiça e a equidade recomendadas pelo Apóstolo Paulo, devem acompanhar seus atos na relação com aqueles que os servem, em antídoto à pressão do capitalismo pelo aumento da produtividade, seja através do estabelecimento de metas ou de qualquer sistema de operosidade que escravize e deprima seus empregados.
O temor a Deus será considerado de mais valia nas atitudes altruístas recíprocas, entre senhores e servos cristãos.

Pr. Washington Machado Barbosa





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